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18 de abril de 2014
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Principais Conceitos da Teoria Interacionista


Para entender a relação entre desenvolvimento e aprendizagem, do ponto de vista de Vygotsky, é preciso compreender o conceito de zona de desenvolvimento proximal.

Geralmente, a psicologia avalia aquilo que a criança é capaz de fazer sozinha. Esse seria o desenvolvimento real do indivíduo, isto é, o nível que indica suas possibilidades de atuação independente. É a psicologia que se baseia em testes e escalas, que mede o produto final do processo, sem oferecer qualquer tipo de ajuda.

Do mesmo modo, a escola tende a valorizar apenas o produto final dos alunos, ou seja, valoriza o que sabem e não o processo que levou à aquisição do conhecimento. Por isso, ao dar uma tarefa ou uma prova, pede que o aluno não converse, não consulte, não interaja com ninguém.

Com esta atitude, perde-se a oportunidade de observar que muitas questões não respondidas, ou que apresentam respostas "erradas", se fossem realizadas com a mediação do professor, ou até de colegas com mais experiência, teriam tido respostas positivas.

Vygotsky apontou ainda outro nível de desenvolvimento, além do nível pessoal, que ele chamou de proximal ou potencial. De acordo com Vygotsky trata-se do nível em que alguém não consegue fazer determinada atividade sozinho, mas com a ajuda de outra pessoa é capaz de realizá-la. Isso significa que esse indivíduo não tem total autonomia, mas já tem elementos que possibilitam a realização da tarefa.

A partir desse conceito, chega-se a determinadas conclusões pedagógicas:

o processo é mais importante que o produto;
o professor desempenha o papel de mediador entre aluno e conhecimento, e não apenas o de mero transmissor de conhecimentos;
a aprendizagem não é um ato solitário, mas de interação com o outro;
a aprendizagem exige planejamento e constante reorganização por parte da escola;
a reorganização de experiências deve levar em conta quanto de colaboração o aluno ainda necessita para poder produzir determinadas atividades de forma independente;
o diálogo deve ser permanente, permeando o trabalho escolar;
a idéia de que a classe deve ser homogênea é abandonada.

(Pesquisa e texto de Guila Eitelberg Azevedo)


               

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